sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Uma mente (quase) torturada - Parte 1



Para não comprometer a minha sanidade como pessoa real, decidi criar uma excelente personagem que viverá os meus devaneios mais bonitos e estranhos. Existe uma linha tênue entre fantasia (ficção) e realidade. Por isso o quase entre parênteses. Nem tudo que será falado aqui tem a ver com quem realmente sou. Todos tem um lado fantasioso fértil e o meu não fica atrás. Portanto, não há tanto o que temer pela sanidade da pobre escritora (eu) e comportamento duvidoso (possivelmente instável). Vamos começar.

Por motivos fortes, até, escolhi Clarice para ser o nome da minha criatura. Vou apresentá-la com o tempo. Bicho como ela não deve ser decifrado de uma vez (até mesmo porque ainda não sei exatamente como a pequena é). Pode ser fruto da minha fantasia, mas é mais real do que você, que está sentado e lendo esse rodeio todo. Está começando a ficar cansado? Ora, não seja mole. Prometo que em alguma linha terá algo interessante.

Alguns pontos importantes sobre a nossa menina: Clarice é pequena, calada, um tanto estranha mas bastante inteligente. Gosta de coisas simples, como:chutar pedras, observar e escutar a chuva, tomar café, ler, escutar música, pensar, sentir e ser. Ser todo mundo é, mas Clarice é mais. Clarice é o SER no sentido literal e absurdo. É um tanto burrinha às vezes, devo admitir. Mas quem não é? Não podemos sacrificá-la por ignorância inata.

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